março 12, 2012

"No princípio era o verbo"...


 Segundo os filósofos a reencarnação é logo ali.
 Então, quem sabe um até breve e volto logo?
 Imagine sua nova roupagem e a chance de errar tudo de novo.
 Viver intensamente nenhum amor.
Com a ingenuidade de uma vida toda pela frente ficar ao sol sentido a brisa do Guaíba.
Estar em todos os locais antes não percorridos e com o verbo encontrar o princípio.
Confundir seu pé na grama e sua mente no temporal gélido do inverno.
Ver, verificar, vivenciar e voltar... pronto. É dia 15, nasci novamente!

fevereiro 29, 2012

A sensualidade da predadora

De pura lascívia e incisiva, é como dever ser a sensualidade de uma mulher.
Satisfação para si em primeiro plano, afinal: “sensualidade, não para os outros é para gente”, ela afirma com convicção.I
Intensa ao mostrar-se deleitável e sentir deleite com seus íntimos encantos.
Segue bela e com a certeza de que sua luxúria deve estar sempre presente e não somente disponível “ao outro”, pois “senão chegará um tempo que não haverá mais inspiração, não haverá mais loucuras predadoras”.
Em um final de sábado chuvoso, mesmo só, é possível manter a mesma alegria em sentir-se desejável.
Um excelente perfume e cremes especiais sob o manto de uma seda macia, desperta a consciência de que seu homem está a desejá-la, pois como ela bem afirma: “o amor tem que ser intenso, forte e avassalador, mesmo que seja apenas por uma noite”.
Assim, nos braços de seu amor, desperta-lhe a essência predadora repleta de fetiches e realizações.
Completa-se.

fevereiro 15, 2012

Encontro-me no íntimo de sua alma a cada sorriso seu.
E se sua alma vagar livre de amores e me perder?
Pobre de mim...

dezembro 13, 2011

Medo do Perigo

Amanhã espero ser menos improvável, desatento aos perigos.
As crianças não têm tantos medos.
Quando piá atravessava sobre um troncos de árvores de uma margem a outra de um pequeno riacho. Verdade!
Não havia medo, somente aventura.
Escutei, em um filme, que o medo nos torna mais egoístas.
É bem possível que seja esse o motivo de estarmos tão distantes, mesmo convivendo com tanta proximidade. Medo do perigo. Egoísmo como preservação.
Ahh... bom seria continuar atravessando troncos de árvores.